quinta-feira, 24 de março de 2016

NECESSIDADE DE REFORMA TRIBUTARIA SUAS DIFICUDADES E A PROGRESSIVIDADE DO TRIBUTO.



Estamos acostumados em conviver com a injustiça e a insatisfação social de arrecadar sem obter um retorno satisfatório do investimento e do crédito depositado no estado. A maior dificuldade advém da casta econômica social em que os países menos desenvolvidos possuem onde o poder efetivo do estado está no controle de quem possui maior poderio político e, por conseguinte econômico. Não é de interesse de todos que os menos favorecidos economicamente sejam beneficiados pela maior amplitude que os princípios da progressividade e da capacidade contributiva no país.
 Primeiramente para substituir o rombo no fisco que isso proporcionaria, iria significar onerar quem tem mais posse econômica. Segundo, pois ainda que existam interesses políticos e legislativos para mudar o sistema, os interesses de certos políticos podem ir de encontro contra o corporativismo implantado junto aos interesses dos mais ricos. E terceiro porque o status quo na qual estamos imersos nos faz indagar pouco o porquê de tanta injustiça nessa maior forma de tributação regressiva brasileiro.
Em grande parte, a falta de transparência é o que mais acarreta a manutenção dessa injustiça. O pobre não sabe o quanto é oneroso a ele a maior arrecadação do país vim de tributação indireta, pois está acostumado com essa situação. Isso não é sentido no bolso diretamente mais, pois é mostrado de forma superficial o quanto isso é prejudicial para o estado. Deixamos de causar justiça social, e maior distribuição de riquezas por estamos acostumados com a ignorância no qual estamos submersos.
O presente estudo é de suma importância, pois deixamos de considerar critérios objetivos como, por exemplo, quantos centavos de imposto pagamos em um pão, para consideramos um critério mais subjetivo como a progressividade da tributação. Ou seja, não é justo o pobre e o rico pagarem o mesmo imposto sobre o que consomem. Ainda que saibamos quanto pagamos de imposto sobre determinado produto, não tem o mesmo impacto de sabermos que sobra mais dinheiro para aqueles que menos necessitam, (pois na maior parte dos tributos são tributados de forma igual), do que para o que mais necessitam.
É necessário criar uma consciência de todos, que o critério subjetivo é preciso enraizar em nosso debate tributário afinal, imposto se paga para mantermos um estado justo e igualitário e não para fomentar a desigualdade social e distribuição de renda. Finalmente, então é preciso aplicar de formas mais progressiva a alíquota de imposto no Brasil, tributando também, em maior parte os impostos diretos.

Renato Cardoso Ramos 




Nenhum comentário:

Postar um comentário