domingo, 20 de março de 2016

Como funciona o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF)





Com certeza se existe uma palavra que assusta qualquer brasileiro é “imposto”. E não são poucos. Com características e finalidades diferentes, que embaralham a cabeça de qualquer pessoa.

Um deles é o IOF, também conhecido como Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros, que vive aparecendo na vida dos brasileiros, principalmente na assustadora fatura do cartão de crédito todo mês.

Apesar do nome comprido, dando a entender que é algo muito complicado, é até simples de entender.

Então o que é e para que serve o IOF?
 
Simples, é um imposto criado para ser instrumento regulatório da economia. Através da arrecadação deste imposto há como saber sobre oferta e demanda de crédito no país.

Quais são suas taxas?

Por ser incidido em diversas operações, o IOF tem alíquotas e vale lembrar que a alíquota é diária, ou taxas, diferentes para cada uma delas:

– 3% ao ano para pessoa física;
– 0,38% na abertura da operação de crédito;
– Máximo de 25% para operações de câmbio e de seguro;
– 1,5% ao dia para títulos e valores imobiliários.

Para ficar mais claro, vamos imaginar que você tinha em conta R$1.000 e teve um débito no dia de R$2.000. O cálculo deve ser esse: 0,38% x R$ 1000,00 / 100

Ao final desse dia, o IOF será de R$3,80. É importante se lembrar também de que se deve acrescentar a taxa de juros do banco que varia de instituição para instituição.

Luyana Santiago

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