Com
certeza se existe uma palavra que assusta qualquer brasileiro é “imposto”. E
não são poucos. Com características e finalidades diferentes, que embaralham a
cabeça de qualquer pessoa.
Um
deles é o IOF, também conhecido como Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio
e Seguros, que vive aparecendo na vida dos brasileiros, principalmente na
assustadora fatura do cartão de crédito todo mês.
Apesar
do nome comprido, dando a entender que é algo muito complicado, é até simples
de entender.
Então o que é e para que serve o IOF?
Simples,
é um imposto criado para ser instrumento regulatório da economia. Através da
arrecadação deste imposto há como saber sobre oferta e demanda de crédito no
país.
Quais são suas taxas?
Por
ser incidido em diversas operações, o IOF tem alíquotas e vale lembrar que a
alíquota é diária, ou taxas, diferentes para cada uma delas:
–
3% ao ano para pessoa física;
–
0,38% na abertura da operação de crédito;
–
Máximo de 25% para operações de câmbio e de seguro;
–
1,5% ao dia para títulos e valores imobiliários.
Para
ficar mais claro, vamos imaginar que você tinha em conta R$1.000 e teve um
débito no dia de R$2.000. O cálculo deve ser esse: 0,38%
x R$ 1000,00 / 100
Ao
final desse dia, o IOF será de R$3,80. É importante se lembrar também de que se
deve acrescentar a taxa de juros do banco que varia de instituição para
instituição.
Luyana
Santiago

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